Procura por ingressos para semifinal atinge até Felipão, que desliga celular

Por Bernardo Itri

Disque Felipão

A enorme procura por ingressos para a semifinal da Copa entre Brasil e Alemanha atinge até o técnico Luiz Felipe Scolari. Alvo de inúmeros telefonemas de pessoas próximas pedindo entradas para a partida do Mineirão, Felipão chegou até a desligar seu celular neste domingo para não ser aborrecido com essas ligações. O treinador tem brincado dizendo que não é sócio do franco-argelino Mohamadou Fofana, acusado de chefiar quadrilha de venda ilegal de ingressos para a Copa.

Número fechado. Comissão técnica e jogadores da seleção têm direito a cota limitada de ingressos por partida e, portanto, não têm como dar muitas entradas a conhecidos. Os atletas, por exemplo, recebem 15 tíquetes cada um por jogo.

Contra-ataque. Patrocinadora da Copa, a Johnson & Johnson venceu a CBF  em batalha na Justiça. A entidade acionou a empresa pedindo R$ 1 milhão de indenização pelo uso de símbolos da seleção em seus comerciais de TV. No final da semana passada, o Tribunal de Justiça do Rio emitiu decisão contrária à CBF.

Contra-ataque 2. O TJ-RJ reconheceu o direito da empresa de manter suas atividades de marketing sem qualquer restrição, afirmando que as ações não ferem os direitos da CBF relativos à seleção, conforme alegava a entidade.

Última chance. A CBF vai entrar nesta segunda (7) com recurso na Fifa para anular a pena aplicada ao seu diretor de comunicação, Rodrigo Paiva. A entidade entende que a punição de três jogos, anunciada no sábado (5) é exagerada e vai pedir revisão para que, eventualmente, Rodrigo possa trabalhar no jogo desta terça, no Mineirão.

Eu garanto. Do pai de Maicon, seu Manoel, antes de seu filho ser escalado na equipe titular no jogo contra a Colômbia: “Se ele entrar no time, não sai mais. Conheço o Maicon”.

A postos. Seu Manoel lembra que, assim que saiu a convocação para a Copa, Maicon passou semanas treinando especificamente para o Mundial. Relata que a Roma o liberou para realizar esses trabalhos.

Colaborou JUCA KFOURI, colunista da Folha

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