Filha de Ricardo Teixeira recebe mais ingressos que Marin para a final da Copa

Por Bernardo Itri
Cota reduzida 

Presidente do Comitê Organizador Local da Copa e da CBF, José Maria Marin tinha menos ingressos para a final do Mundial que Joana Havelange, filha de Ricardo Teixeira, antecessor de Marin. Joana, que também é diretora-executiva do COL -ou seja, subordinada de Marin- ganhou dezenas de entradas para o duelo entre Alemanha e Argentina. Enquanto isso, o cartola recebeu apenas 20 ingressos para a partida.#TôNaFinal. Nas redes sociais, Joana Havelange recebeu até agradecimento de uma amiga que ganhou um ingresso da executiva do COL para ver a Alemanha ser campeã.

Contato restrito. Assim como aconteceu na abertura da Copa, a presidente Dilma Rousseff manteve distância de José Maria Marin durante a final da Copa. Dos cartolas, Dilma apenas manteve diálogo com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, vizinho de cadeira na tribuna de honra do Maracanã.Prato frio. O ex-lateral Branco, que tomou água “batizada” dos argentinos na Copa de 1990, comemorou no Maracanã a vitória da Alemanha. Brincou dizendo que não iria suportar a Argentina campeã no Brasil.

Selfie. Angela Merkel, chanceler da Alemanha, foi tietada por Marta, melhor jogadora brasileira de futebol. A atleta abordou Merkel antes do apito inicial e tirou uma “selfie” com a alemã.

Diga “xis”. Uma pessoa que estava na tribuna de honra do Maracanã, sem qualquer timidez, abordou o presidente russo Vladimir Putin ao fim do tempo regulamentar para tirar uma foto e escolheu ninguém menos que Michel Platini, presidente da Uefa, para bater a foto. Deu o celular a Platini e abraçou Putin para registrar o momento.

Conversa… Luiz Felipe Scolari e Thiago Silva ficaram revoltados com o vazamento da conversa entre eles e assessores da Fifa, no dia anterior à partida com a Holanda, em Brasília.

…privada. Felipão e Thiago Silva estavam no campo do Mané Garrincha conversando, e os microfones da Fifa captaram suas vozes. O áudio vazou para a sala de imprensa do estádio. Em determinado momento da conversa, Felipão chegou a afirmar que a partida com a Alemanha poderia chegar ao placar de 5 a 4.

Colaborou SÉRGIO RANGEL, do Rio