Em busca de parceiros por Robinho

Por Bernardo Itri

O presidente do Santos, Modesto Roma Júnior, está em busca de um patrocinador que pague o salário de Robinho. São R$ 630 mil mensais. Desde o ano passado, o atacante não recebe direitos de imagem, que representam a maior parcela dos seus vencimentos. Neste mês, ele também não viu ainda a cor do dinheiro. Para evitar uma crise, o presidente tem negociado diretamente com o jogador e pediu-lhe paciência.

 

Novela repetida. Em 2010, quando foi emprestado por seis meses pelo Manchester City (ING), o Santos também teve ajuda de empresas para pagar o salário de Robinho. Na época, eram R$ 980 mil mensais.

No banco. Andres Sanchez e Roberto de Andrade pretendem conseguir um empréstimo bancário para saldar as dívidas de direitos de imagem com alguns jogadores do Corinthians.

Condição. Um dos “beneficiados” seria Guerrero. A quitação do débito é vista como fundamental para avançar as negociações pela renovação de contrato do atacante. O acordo termina em julho deste ano.

Cobrado. O vice-presidente de futebol do São Paulo, Ataíde Gil Guerreiro, foi alvo de fortes cobranças de torcedores após a partida contra o Marília, no último domingo (22).

Intimação. A queixa era a declaração dada pelo dirigente, depois do clássico contra o Corinthians pelo Paulista, no último dia 8, que a torcida do São Paulo não consegue lotar o Morumbi.

Sem doações. O novo presidente da Portuguesa, Jorge Manuel Marques Gonçalves, deixou claro que não vai aceitar empréstimos de diretores ou conselheiros.
Rota alternativa. Depois do fracasso de público nos primeiros jogos da seleção olímpica no Brasil, em Brasília e Cuiabá em outubro passado, a CBF decidiu que o time atuará no país em estados que não receberam partidas da Copa-2014.

Casa cheia. Em Cariacica-ES, todos os 16 mil ingressos para o amistoso contra o Paraguai, na sexta (27), foram vendidos. A expectativa é que o mesmo aconteça em São Luís-MA, contra o México, no domingo (29).

Sede de seleção. O diagnóstico é que os locais com arenas do Mundial estão saturados com jogos das Série A e B e que o time olímpico é formado por atletas menos conhecidos, com maior apelo em locais que não costumam ter grandes partidas.

Sucessão. O Fluminense encaminhou o acerto com Ricardo Drubscky para ser o novo técnico. Outro nome sugerido e que tem força entre conselheiros é o de Eduardo Baptista, que está no Sport.

No grito. Na lista de itens que cobra de São Paulo para a Olimpíada-2016, o Comitê Organizador dos Jogos pede 40 megafones. O número chamou a atenção da prefeitura paulistana e está entre os pedidos que estão sendo analisados se valem a pena.
Colaborou MARCEL RIZZO, de São Paulo

 

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