Dorival Júnior agrada, e muito, a cúpula corintiana.
A avaliação é que seria o nome ideal para trabalhar na integração com as categorias de base. O problema, claro, é que está empregado, e num dos rivais paulistas, o Santos.
O discurso do presidente corintiano Roberto de Andrade contra a CBF, que procurou Tite sem consultar o clube, foi considerado até por aliados de Andrade como um tiro no pé.
Fatalmente o clube terá que procurar treinador que esteja empregado. Normalmente é feita uma sondagem para saber se há interesse do técnico sem que precise uma conversa entre clubes, para evitar um desgaste desnecessário entre as agremiações se o treinador declinar.
Foi o que aconteceu, por exemplo, com Roger, do Grêmio. Sondagem, e desinteresse do profissional, evitaram um contato direto entre Corinthians e o clube gaúcho. Uma procura a Dorival Júnior, neste momento, esbarra em uma repercussão negativa caso o técnico não aceite conversar, o que seria o mais provável.
Em nota nesta quinta (16), a diretoria corintiana afirmou não ter procurado treinador até o momento, nem ter autorizado ninguém a fazer isso.